Celso Bertolo Cruz, um dos sócios da academia onde a professora Juliana Bassetto foi intoxicada antes de morrer, culpou exclusivamente o manobrista Severino José da Silva pela falha no manuseio do cloro na piscina do estabelecimento. Durante depoimento, o sócio afirmou ter “absoluta certeza que Severino errou ao manusear cloro em pó nas proximidades da piscina” e causou as intoxicações no estabelecimento.
Ao delegado Alexandre Bento, titular do 42° Distrito Policial (Parque São Lucas), Celso informou que, desde 2023, é certificado para manutenção e cuidados de piscinas. Ele acrescentou que a habilitação permite que ele instrua outra pessoa a realizar o serviço e que o manobrista atuava sob sua supervisão.
No entanto, quando questionado pelos policiais sobre imagens em que Severino aparece destampando e chacoalhando um balde com cloro em pó nas proximidades da piscina, o sócio negou responsabilidade e condenou o manobrista. Severino, por sua vez, argumentou à polícia que não possui conhecimento para a função e que só seguia instruções de Celso.
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