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POLÍTICA Terça-feira, 11 de Junho de 2024, 15:53 - A | A

Terça-feira, 11 de Junho de 2024, 15h:53 - A | A

“TENHO CAFÉ NO BULE”

Jayme revela desejo de concorrer ao governo em 2026, mas diz estar sendo "excluído das conversas"

Fred Moraes do Única News

O senador por Mato Grosso, Jayme Campos, afirmou que pretende lançar sua candidatura ao governo estadual nas eleições majoritárias de 2026, mas parece estar enfrentando certa "rejeição" em seu próprio partido, o União Brasil. Para o político, diversas movimentações já estão sendo feitas visando o pleito de 2026, mas seu nome está sendo “isolado” das possíveis chapas.

Em entrevista à imprensa, Jayme disse que almeja ocupar novamente a cadeira mais alta do Executivo Estadual, como fez nos anos de 1991 a 1994, mas salienta que se não tiver apoio da sigla e de seus aliados, retirará o time de campo antes da corrida começar.

“Eu tenho capacidade para ser governador e senador, já ocupei os dois cargos. O que muitas vezes se comenta nos bastidores é que está sendo organizado algumas chapas e sempre Jayme está excluído das possíveis chapas de composição no União Brasil. Entretanto, não sou candidato de mim mesmo. Só serei candidato se tiver uma companheirada boa e articulações políticas”, explicou o senador na noite desta segunda-feira (10).

Mesmo manifestando contra o boicote que enfrenta dentro do partido que ajudou a fundar, o senador garante que, se sair candidato a governador, sairá vitorioso, assim como aconteceu em suas seis eleições disputadas desde 1983, ano em que iniciou carreira política. No entanto, também abriu a possibilidade de desistir da ideia, caso não receba o apoio esperado dos correligionários.

“Sempre ganhei eleição de baixo para cima, conversando com a população, gosto de fazer política. Fui candidato seis vezes e venci as seis, graças a Deus. Tenho seis mandatos, imagino que pela minha biografia sou habilitado para o governo. Mas, caso eu não saia candidato permanecerá a mesma coisa. Em 2014, retirei minha campanha ao Senado com 15 dias de campanha. Entendi naquele momento que a forma de campanha não era benéfica para mim”, continua o senador.

 

 

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