Plantio bem-feito é metade do caminho para uma safra cheia. Essa velha máxima joga grande parte da responsabilidade dos resultados na semente. E não é para menos: ela é o principal insumo do produtor rural. O Brasil só atingiu o posto de potência agrícola global graças à tecnologia investida no produto a ser germinado na lavoura.
Mas engana-se quem pensa que este avanço tem vindo exclusivamente de fora para dentro, ou seja, dos Estados Unidos e da Europa para cá. Muitas vezes é justamente o inverso, como ocorre no Centro de Pesquisas de Palmas (TO), da Corteva Agriscience. É de lá que sai toda a pesquisa envolvendo sementes de milho, soja e sorgo para os demais países onde a multinacional atua.
De acordo com o líder da unidade, Regisley Durao, a ausência de inverno na capital do Tocantins permite a operação do centro em 365 dias do ano. Assim, o clima favorável possibilita a aceleração de todo o trabalho, até mesmo o encurtamento do ciclo da soja nas casas de vegetação, prontas em não mais que 90 dias.
“Cada país tem suas regras fitossanitárias, então, para exportar material genético de um para o outro, é preciso cumprir regras nesse sentido, por isso achamos importante centralizar a operação aqui em Palmas para assegurar a conformidade das regras de cada nação”, conta.
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