As investigações que levaram à deflagração, na quarta-feira (4/3), da terceira fase da Operação Compliance Zero apontam que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, era mais do que um operador de um esquema supostamente fraudulento. A Polícia Federal (PF) descreve o banqueiro como o líder de uma organização criminosa subdivida em quatro núcleos principais com práticas que vão desde fraudes ao sistema financeiro até a orientação para ações violentas.
A estrutura ficou evidente na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que autorizou a nova fase da Compliance Zero. A deliberação do magistrado descreve que os investigadores relataram a existência de quatro núcleos distintos na organização criminosa.
Os quatro núcleos principais seriam para atividades de fraudes contra o sistema financeiro; corrupção institucional; ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro; e intimidação e obstrução de Justiça, inclusive com a orientação para ações violentas.
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