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CIDADES Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 11:29 - A | A

Terça-feira, 27 de Janeiro de 2026, 11h:29 - A | A

PROTEÇÃO ÀS MULHERES

Virginia Mendes condena suposto assédio envolvendo militar e reforça: “Função pública não é escudo para comportamentos inaceitáveis”

A declaração ocorre após a Justiça de Mato Grosso conceder liberdade provisória ao tenente-coronel Welington Rodrigues Mendonça, preso em flagrante após um suposto episódio de importunação sexual

TV ÚNICA
Da Redação

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, manifestou-se neste domingo (25) sobre o suposto caso de assédio envolvendo um oficial da Polícia Militar, reforçando que não haverá qualquer tipo de relativização diante de denúncias dessa natureza. Segundo ela, a função pública exige postura exemplar, especialmente de quem tem o dever institucional de proteger a população.

A declaração ocorre após a Justiça de Mato Grosso conceder liberdade provisória ao tenente-coronel Welington Rodrigues Mendonça, preso em flagrante após um suposto episódio de importunação sexual contra uma servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em Cuiabá. O caso foi registrado na madrugada de sábado (24), em um posto de combustíveis localizado na Praça Oito de Abril.

Para Virginia Mendes, o episódio exige firmeza das instituições e respeito às vítimas.

“Quando quem deveria proteger age de forma oposta, a sociedade inteira é ferida. Não vamos normalizar nem perdoar situações como essa. Mulher nenhuma pode se sentir desamparada”, afirmou.

A primeira-dama também afirmou que a responsabilização e o amparo à vítima são indispensáveis diante de situações como essa.

“É fundamental garantir apoio à vítima e assegurar que todos respondam por seus atos, independentemente do cargo que ocupam. A função pública não é escudo para comportamentos inaceitáveis”, completou.

O presidente do Poder Legislativo, Max Russi, também emitiu nota de repúdio ao suposto caso, afirmando que prestará suporte à vítima e que situações dessa natureza são inaceitáveis e não podem ser toleradas.

Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso informou a exoneração do oficial do cargo de comandante do 22º Batalhão, em Peixoto de Azevedo, e comunicou a abertura de procedimento administrativo para apurar a conduta. A corporação destacou que não coaduna com crimes praticados por seus integrantes.

Situações como essa não podem ser admitidas. O Governo de Mato Grosso reafirma seu compromisso com o respeito às mulheres e defende que casos dessa natureza sejam apurados com rigor, responsabilidade e justiça.

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