A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, afirmou nesta segunda (02/2) que o Governo do Estado não compactua com crimes de qualquer instância, ao comentar a prisão de um policial civil em Sorriso, suspeito de cometer crime sexual dentro de uma delegacia.
O policial, de 52 anos, é lotado na unidade do município e teve a prisão decretada pelo juízo da comarca local, com base nas diligências realizadas pela própria Polícia Civil.
Para Virginia, não há espaço para relativizações ou corporativismo quando se trata de violência e violação de direitos, independentemente do cargo, da função ou da instituição à qual o suspeito pertença.
“A lei é para todos. Não é tolerável em nenhuma instância, seja para agentes da lei, servidores ou qualquer cidadão. Quem representa o Estado tem o dever de agir com responsabilidade, ética e respeito. Quando isso não acontece, a resposta precisa ser firme”, afirmou a primeira-dama.
Virginia reforçou que casos como esse devem ser tratados com rigor e transparência, sem generalizações, mas também sem conivência.
“Infelizmente, existe a maçã podre no meio, mas não podemos generalizar. O que não pode acontecer é passar pano. Não temos compromisso com o erro. Temos que dar o exemplo, cortar na própria carne e fazer com que quem errou responda e pague pelo que fez”, disse.
A primeira-dama também reconheceu e elogiou a atuação das forças de segurança em Mato Grosso, destacando o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil e pela Polícia Militar no estado.
“As nossas forças de segurança têm profissionais sérios e comprometidos. A Polícia Civil e a Polícia Militar realizam um trabalho importante para proteger a população. Reconheço a postura responsável da delegada Daniela Maidel, do secretário Coronel Roveri e do comandante-geral Fernando Tinoco, que demonstram, com ações concretas, que o Estado não compactua com desvios de conduta”, completou.
O policial foi preso preventivamente após a conclusão de exame pericial que confirmou indícios do crime. O caso segue sob investigação da Polícia Civil e acompanhamento do sistema de Justiça.






